::Advogado mente
para safar médico imprudente::
O
advogado contratado pelo médico
ginecologista, que foi o responsável
pelo erro médico que vitimou
Karla Beatriz Magalhães
Schwan, na cidade de Rio
Branco- AC em sua petição
a justiça mente descaradamente.
Na ânsia de defender o seu cliente
atacou a moral da vitima, colocando
perante a corte como se ela fosse
uma desocupada.
No
mês de setembro de 2.005, o
cirurgião pediu a internação
de Karla Beatriz Magalhães
Schwan, que segundo ela, o medico
garantiu que os procedimentos adotados
seria simples e dentro de poucos dias
estaria com a sua vida voltada a normalidade
e que a retirada do cisto no ovário
seria feita de uma forma segura e
sem complicações.
Durante
o procedimento cirúrgico a
mesma teve o ureter perfurado e conseqüência
foi o aparecimento de uma outra doença
a renal. Com o caso se agravando e
a paciente não tendo a quem
recorrer foi aconselhada por uma outra
profissional a sair da cidade, pois
o seu caso estava se agravando e seria
mais prudente buscar um especialista
fora de Rio Branco.
O
caminho escolhido foi à cidade
do Rio de Janeiro, com a barriga inchada,
pois com o erro médico a urina
estava retida no interior e a aparência
era que estava gestante próximo
dos 8 meses. Ao visitar um conceituado
médico carioca, Karla Beatriz
Magalhães Schwan, foi detida
pelo profissional médico e
fico trancafiada na clinica médica
a espera de uma ambulância,
para um hospital, pois o seu estado
era gravíssimo. No momento
da internação o profissional
que examinará não sabia
o certo o que escondia por traz do
caso Karla Beatriz.
Após
os procedimentos adotados por uma
junta médica, que foi formada
as presas para estudar o caso da mulher
que foi vitima de um erro médico
na cidade de Rio Branco, fora constatado
que a mesma tinha em seu interior
a barriga cheia de urina que se demorasse
mais de três dias iria comprometer
o seu organismo e poderia a vir a
perder os rins e o fígado por
causa da imprudência medica
praticado por um medico ginecologista
na cidade de Rio Branco – AC.
Outro
lado
O
medico ginecologista, foi procurado
pela equipe de reportagem para comentar
sobre as denuncias que está
sendo alvo; infelizmente não
quis se pronunciar. O advogado de
defesa do profissional médico
ele nega o erro e que os procedimentos
adotados por ele foi o correto e que
a reclamante está tentado extorquir
dinheiro e tirar vantagens, pois em
sua concepção ele é
bem conceituado na cidade de Rio Branco
e até no estado do Acre.. Na
justificativa, ele se apóia
para justificar que, “nas visitas
que a senhora Karla Beatriz Magalhães
Schwan, fazia constantemente ao meu
consultório numa me falou que
trabalhava e nunca vi a sua carteira
de trabalho. Como ela pode afirmar
que exercia uma atividade profissional?”
Em
visita a faculdade IESACRE,
mais precisamente ao setor de departamento
de pessoal daquela empresa, foi constatada
que Karla Beatriz Magalhães
Schwan trabalha na empresa a mais
de dois anos como auxiliar de bibliotecária
e que após os procedimentos
irresponsáveis do médico
ginecologista não está
em condições de exercer
suas atividades profissionais novamente
e continua afastada de suas funções
pelo INSS. “ Tentamos manter
ela nos quadros mas se tornou inviável
para a empresa, pois ela faltava muito.
Então aconselhamos a ela dar
entrada junto ao INSS para cuidar
do seu caso. A nossa intenção
é que ela volte a trabalhar
restabelecida de sua saúde”
– informa Sérgio Florido
– diretor geral do IESACRE.
No
endereço abaixo acompanhe as
denuncias feitas ao Conselho
Regional de Medicina e ao
Ministério Público.
http://juliotake.blogspot.com
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